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Rede Mundial de resistência anti-malária

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Continuar a tratar pacientes com medicamentos anti-malária ineficazes ou de baixa eficácia é uma relevante e desnecessária causa de mortalidade.
A introdução de uma terapia de combinação à base de Artemisinina pode inverter este facto, contudo, resistência a este tipo de terapia eventualmente se desenvolverá.

A Organização Mundial de Saúde (WHO-OMS) actualmente recomenda que se inicie a revisão e alteração da estratégia de tratamento contra a malária assim que o índice de cura com o corrente medicamento desça abaixo de 90% ( de acordo com a avaliação durante a monitorização do medicamento, preferencialmente com um minímo de 28 dias de acompanhamento), e o novo tratamento deve ter um índice médio de cura de >= 95%, estabelicido através de estudos clínicos.

É crucial estabelecer e manter uma monitorização rigorosa quando novos medicamentos contra a malária são introduzidas de modo a obter a eficácia máxima da terapia. O primeiro passo será reunir e integrar a informação actualmente disponível numa base de dados que seja compreensiva e que esteja sempre actualizada e acessível a todos. Adiar esta processo só tornará mais difícil reunir a actual informação. É imperativo agir agora, a comunidade deve tomar as decisões necessária para iniciar este processo.

A WWARN (Rede Mundial de resistência anti-malária) demorou mais de quatro anos a ser planeada. Começou com uma série de reuniões informais co-organizadas com " O Programa Especial para Pesquisa e Treino em Doenças Tropicais (WHO/ TDR)", um grupo núcleo, com mais de 50 indivíduos provenientes de 28 países endémicos para a malária, que se juntaram para formar a base para a rede em duas reuniões formais em 2006 e 2008, apoiadas pela Fundação Bill & Melinda Gates (BMGF).

Uma série de publicações descrevendo a visão deste grupo foram publicados em 2007 (veja barra de lado). Sob o actual financiamento consedido pela BMGF foi alcançado consenso sobre a estratégia ideal de implementação da WWARN, foram avaliados potenciais modelos de negócio, foi estabelecida a constituição e o governo base para a WWARN e foi planeada a parceria com a WHO-OMS. Apresentamos aqui os planos para a implementação da WWARN, para administrar o seu desenvolvimento e para progredir para um futuro de longa duração.

Além servir como uma base de dados onde a informação proveniente de pesquisas e estudos currentes é armazenada, os grupos afiliados à WWARN também apoiam e aumentam a capacidade nos países endémicos para a malária. Os membros da rede obtêm dados de alta qualidade e facilitam a aquisição de componentes essenciais para a monitorização da resistência a medicamantos anti-malária, tais como dados provenientes de estudos farmacocinéticos e estudos in vitro que provavelmente não estariam disponíveis nos países endémicos para a malária. Estas actividades são coordenadas por centros regionais estabelecidos em regiões endémicas para a malária.

A WWARN não poderia funcionar sem o generoso apoio proveniente do financiamento para planeamento concedido pela Fundação Bill & Melinda Gates.

A nossa visão:
-Nós somos motivados pelas necessidades dos países endémicos para a malária e guiados pelas evidências científicas.
-Nós valorizamos a independência científica e confirmamos que a rede é apenas responsável pela sua governança.
-Nós valorizamos a nossa parceria com a WHO-OMS e com os Ministérios da Saúde dos países endémicos
-Nós nos dedicamos a treinar e contruir capacidades a longo prazo nos países endémicos para a malária de modo a reinforçar a recolha, análise, interpretação e distribuição de dados de alta qualidade sobre a resistência a medicamentos anti-malária.
-Nós queremos que a rede, os seus utensílios e informação sejam acessiveis a todos.
-Nós queremos que a rede facilite a colaboração e providencie um forum global para a troca the informação científica e de saúde pública.
-Nós queremos providenciar dados e serviços aos beneficiários da WWARN com rapidez, de acordo com a urgência do problema de resistência aos medicamentos anti-malária.

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